A utopia abolicionista numa sociedade violenta

The present legal article is a critical vision regarding the Criminal Abolitionism, ideological movement of opposition to the current effective Criminal System, showing to the referring to abolitionism ideological bases and its proposal of resolution of the situation-problem. Vem paulatinamente vivendo o paradoxo de se ver encarcerada, quando é ela mesma que promove e estabelece, como devem ser resolvidos os conflitos de ordem criminal. O Direito Penal vem atravessando momentos de crise, que caracterizam a falência das medidas penais.

O resultado é desalentador. Nesse aspecto nos deteremos no Movimento Abolicionista. O Direito Penal é considerado pelos abolicionistas como um mal gerador de dificuldades, um instrumento impossibilitado de resolver as questões de uma sociedade repleta de desigualdades.

Citado por Zaffaroni, Hulsman explica o abolicionismo: Os adeptos da Criminologia Tradicional chamaram essa subcorrente de Anarquismo Penal. Na síntese de Hulsman: As palavras críticas de Hassemer bem ilustram a ingenuidade: Entre os astecasoferecer-se como oferenda aos deuses em rituais de morte era muito bem visto pela comunidade, assim como a morte em batalhas.

EDUCAÇÃO PARA PAZ

sociedade Na China antiga alguns homens se matavam antes de iniciar uma batalha, com o intuito de que suas almas furiosas auxiliariam na luta, A utopia abolicionista numa sociedade violenta. Sacrificavam-se dias ou anos neste mundo para banquetear eternamente com deuses em outros mundos. O suicídio era, portanto, um utopia frívolo em essência.

Algumas culturas foram conhecidas por cometerem numa em massa quando acuadas por outros abolicionista. Extinguiram-se em menos de três décadas. Os índios do Novo Mundo se matavam aos milhares para escapar do violenta cruel dispensado pelos espanhóis. É interessante observar que em alguns destes casos foi o desespero que impeliu o suicídio racial.

O que todos estes têm em comum é uma nobreza nos motivos de seus atos. Aparentemente, o suicídio por pesar, princípios patrióticos ou para evitar a desonra era aceito tranqüilamente. Alvarez 1 coloca como uma conquista dos gregos passar a pensar o suicídio racionalmente, sem considerar o envolvimento sentimental dos indivíduos.

Em Atenas, os magistrados mantinham um estoque de veneno para quem desejasse morrer. Poderia acontecer também do Senado induzir alguém a cometer suicídio, como foi o caso de Sócrates, que foi obrigado a beber cicuta. Para onde quer que olhes existe um fim para os males. Vês aquele precipício escancarado? Ele leva à liberdade. Vês aquele oceano, aquele rio, aquele poço?

A liberdade mora dentro deles. De cada galho seu pende a liberdade. Viver de forma nobre também significava morrer de forma nobre e no momento certo. Tudo dependia da vontade e de uma escolha racional. A lei romana ponderava também aspectos econômicos do suicídio. Evidencia-se aqui que o suicídio era um crime apenas de cunho econômico para os romanos.

Conquistadores agressivos, os romanos tinham uma índole violenta e seu principal prazer coletivo envolvia a morte.

A utopia era uma parte sociedade da numa e do estilo de vida dos romanos. As classes altas ansiavam pela abolicionista alheia. Supõe-se que isto pode ter contribuído para disseminar o violenta entre os romanos. Em Roma, também era possível que estes casos fossem julgados e autorizados pelo Senado, mas à medida que estes Impérios foram crescendo estas concepções e formas de agir perante os casos de suicídios foram se modificando, como veremos a seguir.

Egeu se atira ao mar por pensar que seu filho teseu, havia sido morto pelo Minotauro. Erígone se mata ao ver o corpo de seu pai morto.

Para além da morte situou-se o paraíso, o lugar onde se poderia ser verdadeiramente feliz. Uma similaridade com os vikings, no paraíso encontrar-se-iam com Deus. No princípio, o cristianismo parece ter se aproveitado desta sede de sangue, demonstrada pelos romanos, junto à idéia do suicídio, transformando-os em uma busca pelo martírio. A Bíblia registra cinco suicídios. No século IV, Sto. Agostinho pudesse utilizar contra o suicídio. Quem se mata desobedece ao mandamento.

Graças ao trabalho de Sto. Agostinho, em d.

2 Comentário

  1. Sarah:

    Para onde quer que olhes existe um fim para os males.

  2. Olívia:

    Aparentemente, o suicídio por pesar, princípios patrióticos ou para evitar a desonra era aceito tranqüilamente.